sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Disparidade de Salários Mínimos Brutos na Europa

Já tenho por aqui escrito sobre salários minimos europeus, e voltarei a abordar esta temática sempre que se justifique.
Ora comparem os salários mínimos brutos na Europa e tirem as vossas conclusões...


O gráfico descreve os salários minimos brutos que são pagos aos trabalhadores a tempo inteiro (umas 40 horas por semana no geral dos países apresentados), maiores de 23 anos, sem as devidas deduções para a segurança social e para os impostos.
A Alemanha não consta do gráfico porque não tem propriamentenenhum salário mínimo nacional, embora existam salários mínimos legais, eles variam de acordo com a indústria e a região.
Também países como Dinamarca, Itália, Áustria, Finlândia, Suécia, Islândia, Noruega e Suíça não têm legalmente determinados salários mínimos. 
Aqueles países onde os salários são pagos em 14 partes (Grécia, Espanha e Portugal), os salários foram reajustados em 1 parcelas por mês.


Eu sugeria um salário similar em toda a Europa, e  que se igualassem os valores de aquisição de bens e serviços, isto de modo a tornar o poder aquisito semelhante entre os cidadãos de um país e da Europa.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Ladrão que Rouba a Ladrão que Rouba a Ladrão...

Devem estar a pensar que me enganei, mas nem por isso...

Vejam o vídeo, e notem a cara de pau com que um ladrão se queixa de lhe terem furtado algo que nem era dele.


Lá razão tem ele quando afirma que rouba porque está desempregado.

Caríssimos (caros demais!) governantes, analisem este vídeo e pensei que a situação de Portugal dado crescimento do desemprego, pode bem ficar parecida com a do Brasil em termos de assaltos. 

Os gatunos não deviam assaltar quem é desempregado e/ou pobre, e nem sequer deveriam roubar, mas a quererem fazê-lo talvez o mal menor seria roubar quem lhes roubou o trabalho, o salário, os subsídios, etc...
Não acham?!
Pois ladrão que rouba a ladrão, tem 100 anos de perdão!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Futebol Português Sem Crise...

O Euro 2012 está já aí, e obviamente que tal evento futebolístico
implica imensos gastos para cada um dos países em competição.
Veja aqui por si, o quanto cada seleção de futebol irá gastar
diariamente nos Hotéis onde ficarão alojados os seus jogadores e
comitiva afim.


Portugal encabeça o topo dos despesistas, com uma fatura diária de  
33 174 euros para custos de hospedagem. 
Até parece que Portugal é somente Futebol, e que o nosso pobre país
pobre não está numa crise crescente...
Se fomos os últimos a ser apurados para o Euro 2012, em vez de a
nossa Seleção gastar tanto em alojamento, poderia ter reservado algo
um pouco mais modesto, sem ser necessariamente um Hotel de Luxo.
Irão comer caviar todo o dia ou os quartos são todos presidenciais?

Pergunto aos demais  portugueses se não sentem vergonha e raiva por
estes gastos excessivos de um estrito grupo, quando há tanta gente
em Portugal a passar fome e sem terem um porto seguro?!

Depois disto, a Seleção merece no mínimo uma reprimenda de
dimensão nacional! O ideal seria responsabilizá-los socialmente,
obrigando-os a trabalhos junto das comunidades mais desfavorecidas,
para repensarem nos seus ganhos excessivos e gastos extremos.

Crise no Futebol Português? Só se for crise de valores...!

A quem comigo concordar, desafio a deixarem aqui abaixo um
comentário neste post.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Urgente: Reformas da Constituição

Ontem, pela tardinha, foi-me encaminhado um e-mail, com um conteúdo com o 
qual concordo e que por isso mesmo aqui transcrevo no euronios.



"Acorda Portugal


Em três dias, a maioria das pessoas neste país lerá esta mensagem. Esta é
uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os

cidadãos.



Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, 
que é da mais elementar justiça:


1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma
proveniente exclusivamente do seu mandato.



2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos 
restantes cidadãos. Todos os deputados (Passado, Presente e Futuro) 
passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente.


O *deputado irá participar* nos benefícios *do regime* da S. Social 
*exactamente* *como todos os *outros cidadãos**.

O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não 
haverá privilégios exclusivos.


3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e 
da mesma maneira.



4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.



5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde atual e vai participar no mesmo 
sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.



6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos 
portugueses.



7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem 
cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e, depois, procurar outro 
emprego.



O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos 
políticos a fazerem uma revisão constitucional.

Assim é como se pode CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA 
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.



Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR."

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Assim Anda o Nosso País...

Editei uma imagem que recebi esta madrugada e decidi publicá-la aqui, pois traduz exemplarmente o estado em que está Portugal e também outros países da Europa.

Concretamente, no caso de Portugal, os Governantes continuam a encher o odre do falível, do papa milhões e corrupto Sistema Bancário, e isto enquanto o Povo assiste ao lado impávido e sereno e com direito aos ossos que sobejam.
Engorda-se o bolso dos bancos e deixa-se o povinho faminto na miséria, cheio de deveres, com regalias diminuídas, salários e férias reduzidos, trabalhos mais instáveis por conta das novas leis, preços aumentados em tudo, e acréscimo de impostos.
Continuem assim... assim vão certamente no caminho perfeito para agudizar a crise.
Senhores Governantes, reconheçam que o actual Sistema Bancário não nos serve, que é preciso uma Reforma de tanta coisa, e lembrai-vos que o Povo vos elege para bem os servir e continuarmos numa suposta Democracia.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O Valor da Nota


Vou repassar algo que já li há uns tempos, mas que pode ser transversal a muitas eras enquanto o dinheiro for moeda de troca.

 "Sobre a moeda

Um dia, numa pequena vila Portuguesa, onde os tempos são duros e toda a gente está endividada e deprimida, onde todos vivem já a crédito dos vizinhos compreensivos, chega um turista alemão rico. Vai ao único Hotel da pequena vila e pergunta o preço do quarto ao dono do Hotel. Ele responde-lhe que são 100 euros por noite. O turista põe sobre o balcão uma nota de 100 euros.

O proprietário dá-lhe um molho de chaves, dizendo-lhe que nenhum quarto está ocupado e que ele poderá escolher o que mais lhe agradar. Mal o turista começa a subir as escadas o hoteleiro pega na nota de 100 euros, sai a correr em direcção ao talho vizinho e paga-lhe os 100 euros que lhe deve.

O talhante, que deve igual quantia a um criador de porcos, vai imediatamente ter com ele e solve a sua dívida. O criador de porcos corre ao "pub" e paga a sua conta de bar. O "barman" pega na nota e imediatamente a entrega à prostituta que está a seu lado e que lhe fornecia os seus serviços, a crédito, há alguns dias.

A senhora corre ao Hotel, que ela usa para fins profissionais e entrega ao hoteleiro os 100 euros para pagar a sua conta. Pouco tempo depois o turista desce as escadas, diz ao hoteleiro que não encontrou nenhum quarto que lhe servisse, recebe a sua nota de 100 euros e vai-se embora. Interessantemente, ninguém produziu absolutamente nada, ninguém ganhou nada mais do que o que tinha mas, agora, já ninguém está endividado!

É uma história muito simplista mas que mostra bem que a moeda é uma mera intermediária das trocas. É a sombra da Economia, não é a economia produtiva em si. Aquela história mostra também que esta crise, que está a mergulhar a Europa e Portugal na depressão, não é mais que uma crise contabilística.

A moeda que corre, hoje, em todos os países, em si, não tem valor. É apenas confiança nas Instituições e nos Países que a emitem. Se essa confiança se perdesse, poderíamos retroceder a uma situação de troca directa.

É claro que não chegaremos aí. Mas, se o Euro desaparecesse, a Europa perderia soberania e estaria sujeita, sem nada poder fazer, às consequências das políticas monetárias ditadas pelos Países que imprimem as outras moedas de referência internacional.

Falta coragem política para resolver esta situação através de uma acção determinada. Estou convencido que esta crise se vai resolver por 'write-offs' generalizados, que criarão uma situação inteiramente nova, enorme perplexidade, mas provavelmente será menos contundente que aquilo que se poderia esperar quando se salta para soluções anteriormente não testadas, pelo menos com a amplitude que agora é exigida.

Com elevada probabilidade, no fim dos 'write-offs' tudo estará, de novo, equilibrado. Como na simplista história do Hotel acima referido. Com uma diferença: daí para a frente as entidades que emprestem fa-lo-ão com rigor: serão muito mais exigentes na análise dos projectos para que emprestam dinheiro, verificando bem o potencial das propostas e emprestando apenas depois. E deixarão de ter como único objectivo fazer crescer o crédito concedido a todo o custo, mesmo quando a prudência razoável o desaconselharia. Foi assim no passado mais distante. Será assim no futuro. O paradigma mudou. A ideologia do crescimento contínuo já não é aplicável." 



António Neto da Silva, Diário Económico
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nem os Heróis Escapam à Crise

Andando pelo Facebook, encontrei novas vítimas da crise.
Quem diria que até os Super-Heróis sofrem os efeitos da crise?
Vejam vocês mesmo aqui neste print-screen que fiz duma imagem da comunidade Frases Sentidas do Facebook.