quarta-feira, 9 de março de 2011

Despesismos presidenciais "combinam" com cortes salariais

O Sr. Cavaco Silva (como vivo ainda numa democracia reservo-me o direito de o tratar somente por Sr.), tomou hoje oficialmente posse de mais um mandato. Almoçou a bordo do Sagres e ofereceu o almoço a jovens talvez para lhes poupar uns trocos... Será que é com almoços ou jantares que se atenua a crise? Parece-me que é mais a crise a pagar esses encontros para comer. Por que não pagam isso do próprio bolso? Ou melhor, vão à cantina da Assembleia se ainda existir. E já que têm tamanha lata para pedir a quem nada tem, só lhes falta irem pedir um caldinho aos voluntários da Sopa dos Pobres.
E quem paga esses e outros almoços e os protocolos da tomada de posse? Directa ou indirectamente são todos os Portugueses que com as novas medidas de austeridade viram os seus impostos aumentados e os seus salários e regalias sociais diminuidos.
Poupa o povinho para pagar chorudas reformas, campanhas, comezainas e sabe-se lá o que mais, a quem velozmente nos está a conduzir à ruína financeira.
Parece que os portugueses não ligam cavaco para o que se está a passar no nosso miserável país de paz podre, onde basta acender o rastilho para a Alemanha abrir os olhos e dar nas orelhas dos nossos governantes. Venha cá Merkel!
Se com Cavaco o país não melhorou no mandato anterior, voltar a elegê-lo foi cair de novo em erro. Um erro passa, ao segundo é burrice ou masoquismo.
Os rebeldes de Abril saberiam bem o que fazer perante tantos cortes salariais, e os constantes aumentos dos combustíveis e de outros bens e serviços. Mais depressa haveria um golpe de Estado para substituição total dos nossos governantes, do que o nosso país cairia em bancarrota.

Portugal é o 5.º lugar duma escala dos países em vias de falir

Em final de 2009, sabia-se que o Global Sovereign Credit Risk publicara uma listagem sobre 60 países e avaliaram os mesmos em termos de risco de falência num prazo de 5 anos. Da referida lista, os países mais prováveis de falirem eram a Ucrânia, Venezuela, Letónia e Islândia. A Irlanda ficava em 18.º lugar em termos de risco, e a Grécia 8 lugares acima.
Inacreditavelmente, Portugal aparecia em 41.º lugar, ou seja bem longe do risco de falência. Perante tal conjuntura economico-financeira do nosso país, nada parecia prever a iminência de um crach pelo menos até 2014.
Ora bem, façamos as contas... estamos só em 2011, e já conseguimos desde 2009 passar de 41.º lugar para 5.º. Pergunto onde estaremos então em 2014? Então quer isto dizer e se a minhas "continhas" não falham, iremos estar no lugar -36.º, sim eu disse menos 36, logo nem teremos lugar numa qualquer escala de avaliação de risco, pois iremos é estar riscados das mesmas.

Lista dos países em maior risco de falência:

1.º Grécia
2.º Venezuela
3.º Paquistão
4.º Irlanda
5.º Portugal


Bill Gates deixa de ser o Mais rico do Mundo por opção própria

O dono da Microsoft doou um terço dos seus bens à Fundação Bill e Melinda Gates.
Terá sido por mera questão de solidariedade ou quis retirar de si as atenções típicas dos media?
Ele que venha ser solidário com os portugueses... bem precisamos. Mas que não desse o dinheiro aos nossos governantes, porque eram capazes de inventarem mais umas despesas extra, acabando por darem somente 1 eurito a cada português para não nos queixarmos.
Estima-se que Bill Gates ocupe agora o segundo lugar no ranking dos indivíduos mais ricos do mundo, com cerca de 36 mil milhões de euros.
O mais rico do mundo em 2011, e após a doação de Bill Gates à supracitada Fundação, passou a ser o mexicano Carlos Slim, detentor de uma fortuna avaliada em 43 mil milhões de euros.

Uns que não sabem o que fazer ao dinheiro, e nós que não sabemos o que fazer sem ele!

terça-feira, 8 de março de 2011

Como Poupar Água Quente

Nada melhor que um banho quentinho e demorado... porém por questões ecológicas e económicas devemos mudar a nossa atitude, e mais do que poupar água temos de não desperdiçar água quente.
Comece por instalar redutores de caudal nas suas torneiras lá de casa, pois poupará água e energia.
Prefira duche em vez de banho de imersão, pois assim gastará uns 50 litros, ou seja um terço do que gastaria para encher uma simples banheira. Vá desligando a torneira enquanto passa shampoo e sabonete ou gel de banho.
Se ainda lavar loiça manualmente, encha o lava-loiça com água e detergente em vez de manter a torneira aberta enquanto passa detergente na loiça, pois reduzirá os gastos de água quente.
Saiba que os esquentadores a gás são mais eficientes que os termoacumuladores eléctricos que vulgarmente se designam por cilindros.
Se quiser lavar as mãos no Verão, pense duas vezes se não lhe bastará usar a água fria. Se sim, rode o misturador para a posição de água fria e assim estará a poupar água quente e as tubagens.
Estas são só algumas sugestões de como poupar água quente. Se quiser poderá contribuir com dicas suas.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Crise Diminuirá a Oniomania?

Um dos poucos lados positivos da crise será talvez reduzir o despesistas compulsivos, ou seja os oniomaníacos.
Mais doença psíquica do que mania, a oniomania é o prazer pelo consumo excessivo, o deleite por comprar tudo e em elevadas quantidades sem olhar a preços e a individamentos.
A oniomania poderá ser uma forma de exibicionismo ou um tipo de compensação até por um bem ou um familiar perdido. Poderá inicialmente ser extremamente prazeirosa, mas com o passar do tempo vira doença, porque o oniomaníaco entra numa espécie de ciclo vicioso só para satisfazer as suas necessidades de comprar tal como um toxicodepente que não dispensa a sua dose diária de droga.
A oniomania é um mal psíquico, uma obsessão, que pode tornar-se num precipício para a ruína financeira.

Com a crise que Portugal atravessa actualmente, pergunto-me se que quem padece de oniomania não sentirá agora a necessidade de refrear os seus impulsos consumistas?!
Perante as reduções salariais, e consequentemente com menos dinheiro para gastar, tal não fará refrear os hábitos de comprar desmesuradamente?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Poupe na Iluminação da sua Casa

Sempre que o dia amanheça, deixe que a luz natural entre em sua casa; isso permitirá uma redução considerável de energia eléctrica.
Quando comprar lâmpadas, dê preferência aos modelos de classe energética A. Adapte os modelos e intensidades aos espaços onde irá usar as lâmpadas.
A iluminação em casa não tem de ser igual para todas as divisões, até porque a frequência e a finalidade do seu uso é diferente nos vários espaços do lar.
Os corredores, sendo uma zona de passagem, não necessitarão de muitas lâmpadas nem que estas possuam feixes de luz tão fortes.
A sala de estar como é um local de trabalho e de lazer, pode ter luzes que variem em termos de intensidade de feixe luminoso para melhor se adaptarem às necessidades do momento e assim permitirem alguma poupança de consumos.
Os tectos e paredes pintados com cores claras farão reflectir a luz, logo tornarão os ambientes mais claros, podendo reduzir os gastos com iluminação eléctrica.
Se usar lâmpadas economizadoras em vez de incandescentes, poupará 80% de energia.
Candelabros com muitas lâmpadas pode parecer-lhe bonitinho, mas vai sair-lhe caro. Use candeeiros com menos focos, pois vale mais usar uma lâmpada de maior potência do que várias de menor potência, porque muitas saem mais caro na sua factura de electricidade e não iluminam tão intensa e eficazmente quanto uma só de maior potência.
Lâmpadas de tungsténio-halogéneo são mais duradouras e são indicadas para iluminar pontos precisos como a sua secretária de trabalho.
De vez em quando desligue o comutador de luz e proceda a uma limpeza de todas as lâmpadas de casa para que não perca intensidade de luz por estas estarem sujas.
Ao sair de uma divisão e se mais ninguém lá estiver, não se esqueça de desligar as luzes, ou então utilize lâmpada inteligentes que darão conta da sua passagem e se desligam quando não detectam movimento.
Para bem iluminar não precisa muito gastar!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Como Poupar Dinheiro no Seguro Automóvel

Ter o seguro automóvel actualizado, é uma forma de proteger-se a si e aos outros, e de evitar multas.
Quando o carro já não é propriamente novo, os proprietários geralmente optam por prescindir do seguro para danos próprios, ficando o tradicional seguro para cobertura de danos causados a terceiros.
Se você for homem, tiver menos de 25 anos e carta há menos de 2 e se já tiver tido acidentes, poderá ver-lhe recusado o seguro automóvel, ou se lhe fizerem seguro este poderá ser50% mais caro que o habitual dado o risco que um jovem condutor inexperiente representa para os seguradores.
Haverá certamente alguém que lhe dirá que peça a uma sua familiar mais velha e condutora há mais anos e sem registo de acidentes, que faça o seguro por si e se declare como condutora habitual do veículo para o qual pretende o seguro. Convém alertar que apesar de esta atitude parecer vantajosa porque uma mulher costuma pagar menos de seguro por geralmente provocar menos estragos em caso de acidente, e porque perante um condutor mais velho e experiente será relativamente fácil de conseguir o seguro a um preço mais baixo, não se deve esquecer que as seguradoras em caso de acidente podem alegar falsas declarações e recusarem-se a pagar. Cuidado, a mentira poderá sair cara. Fazerem seguro automóvel por si, poderá ser andar a dar dinheiro por nada, pois em caso de sinistro poderá legalmente não estar seguro.
Se pelo menos 3 seguradoras ou mediadores se recusarem a fazer o seu seguro, remeta essas mesmas recusas para o Instituto de Seguros de Portugal, e ele nomeará um seguro para o seu caso.
Se realmente quer poupar no seguro automóvel, esteja atento a campanhas temporárias e seja um bom negociador.
Antes de se decidir por um seguro automóvel, faça várias simulações na Internet ou por telefone.
De seguida vá pessoalmente a uma seguradora com os valores mais baixos que anteriormente obteve por simulação, e veja se lhe fazem propostas melhores. Se for junto de um mediador poderá negociar descontos superiores a 20% num pacote de seguros.
Procure pagar o valor do seguro de uma só vez, para não ter de custear juros resultantes do pagamento fraccionado.
Num seguro automóvel, o prémio de responsabilidade civil dependerá do capital, do tipo de veículo e sua cilindrada.
No caso de pretender um seguro com cobertura de danos próprios, saiba que este varia anualmente de acordo com o valor comercial do veículo.
O valor do seu seguro automóvel poderá ser mais barato numa seguradora onde já tenha outro tipo de seguros, ou onde outros seus familiares sejam clientes.
Assegure-se de que poupou e que apesar do seu seguro automóvel ser barato é fiável.